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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Questionamento em Epistemologia....Passo 1


Ontem,levantei uma questão, sobre Ritter ser positivista ( ou não)...
Apesar da afirmação da ProfªGeovana, segui minha pesquisa...
E como a Rosa afirma, é necessário argumentação e amparo acadêmico, para seguir a discussão...

Então, em 3 passos, vou tentar expressar o meu questionamento...




UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA
CURSO DE GEOGRAFIA
Disciplina Geografia Rural - 2005
Prof. Bernardo Mançano Fernandes
Desconstrução do Texto

O objetivo da atividade Desconstrução do Texto é uma análise das principais partes

Por isso, embora seja uma síntese não tem o caráter de um resumo, porque em um resumo, faz-se a síntese (que pode ser analítica) do todo. Ou melhor o movimento do pensamento de quem faz o resumo é linear, em direção à redução, ou a simplificação da obra estudada, porque reduz o todo à uma parte.
Na desconstrução faz-se uma síntese por meio da análise das partes tendo sempre como referência o todo. Ou seja, o movimento do pensamento de quem faz a desconstrução não é linear, mas transversal e inverso ao movimento da construção da obra.
Desse modo, é importante discutir os significados de alguns conceitos, como teoria,
método, metodologia, forma, conteúdo e estrutura.
Esta atividade é um procedimento metodológico de caráter filosófico.
A filosofia é imprescindível para o pensamento científico, bem como para a arte.
Filosofar é pensar sobre o pensamento, é pensar sobre o que se pensa.
O método é uma atividade cognitiva, é um pensamento sobre o objeto, do modo de como compreendê-lo, assim falamos em método dialético, do método historicista, do método
positivista, do método fenomelógico, etc.
Método é um pensamento que tem como conteúdo o conhecimento de determinados
conhecimentos já elaborados por outros pensamentos. Esses outros pensamentos são teorias.
Portanto, teorias também são pensamentos, mas pensamentos de outros pensadores.
Teorias são conhecimentos abstratos, é um sistema de pensamento organizado com
um corpo conceitual, por meio de uma determinada filosofia. As teorias são utilizadas para ler
a realidade.
Por essa razão, não é possível separar método de teoria. Por isso, falamos em método dialético e materialismo histórico. Método positivista e positivismo, método historicista e historicismo, método fenomenológico e fenomenologia. Eu só posso usar um método se eu conheço uma teoria.
Portanto, não é possível desenvolver um método sem conhecimento da teoria.
Na relação entre método e teoria tem que haver coerência, caso contrário o conhecimento construído apresentará uma série de lacunas com relação à lógica, que pode prejudicar a pesquisa e, portanto, o trabalho realizado.
Desse modo, eu uso o meu pensamento para pensar com pensamentos já elaborados.
Nesse sentido, o método pode ser chamado de “caminho”, mas é um “caminho”
abstrato por onde “andam” nossos pensamentos. Nesse caminho, o veículo que utilizamos
para nos locomover é a teoria.
Conhecedores da teoria e do método, nós definimos a metodologia.
Metodologias são procedimentos práticos que utilizamos para desenvolver a pesquisa e alimentar a leitura da realidade, por meio do método e da teoria.
Para executar os procedimentos utilizamos técnicas e instrumentos.
Técnicas são recursos, como o questionário, a entrevista, o mapa, a pesquisa
documental etc.
Instrumentos são aparelhos como um gravador, uma máquina fotográfica, um computador, uma bússola, um aparelho de medição etc.
Modos de análise: modo de sistematização, relação, observação, demonstrações: que podem ser textos, tabelas, quadros, mapas etc.
Sem o conhecimento desses elementos, não é possível fazer uma pesquisa.
Portanto, quando vamos ler uma obra, podemos nos ater em cada um desses elementos para melhor compreendê-la.
Na desconstrução do texto, fazemos uma viagem inversa para conhecer a obra transversalmente, analisando cada uma de suas partes e as suas relações entre os elementos: teoria, método, metodologia.
 Portanto, nos interessa conhecer o objeto estudado pelo autor; qual método ele utilizou; qual teoria, qual metodologia.
Para eu conhecer o método eu preciso ter um conhecimento teórico.
Para eu conhecer a teoria eu preciso saber quais os autores estudados.
Para conhecer os principais conceitos é preciso ler com atenção a análise do objeto.
É preciso identificar a origem epistemológica dos principais conceitos da obra: o conceito foi criado por em qual ciência?
Analise os três principais conceitos estando atento para as dimensões da realidade: espaço, tempo e as dimensões territoriais: cultura, economia, ambiente, sociedade, política; e as dimensões do conhecimento: cultural, imaginário, percepção, ambiental, social, político.
Para eu conhecer a metodologia, eu preciso conhecer os procedimentos utilizados para estudar o objeto.
A obra tem uma forma: monografia: tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso etc; livro; artigo, relatório etc.
A obra tem uma estrutura, que está representada em seu sumário, que é um mapa da obra, através dele você conhece todas as partes e tem a noção do todo.
No conteúdo da obra encontramos o objeto, método, a teoria, os conceitos e a metodologia.
E podemos começar a analisar o conteúdo através da estrutura, para sabermos
onde está cada um desses elementos. Com certeza, eles estarão em todos os capítulos, mas
podem ser mais explícitos em alguns capítulos do que em outros. Pode haver um capítulo
exclusivo para a discussão teórica, por exemplo, e ou o referencial teórico utilizado pode estar
presente em todos os capítulos. A metodologia pode ser apresentada em um determinado
capítulo (quase sempre no começo da obra). O método com certeza está presente em toda a
obra.
Assim, nos interessa saber quais os conhecimentos construídos a partir da pesquisa e quais os conhecimentos incorporados pela teoria. O que há de novo, resultado da pesquisa, e o que há de velho, conhecimento adquirido pela leitura bibliográfica.
Utilizando esses procedimentos, vamos desconstruindo o texto e produzido a nossa síntese, o nosso texto da desconstrução do texto.
A estrutura do texto da desconstrução é a seguinte:
Capa: modelo Normas da Unesp, contendo título inédito, nome do aluno com referência a atividade da disciplina Geografia Rural.
N páginas, separando por partes, de acordo com a melhor forma de organizar a desconstrução
do texto, conforme o entendimento do aluno (atenção, não deixar folhas com a maior parte em
branco):
Título da obra; Autor; Forma: tese de doutorado, dissertação de mestrado, livro etc.
Objeto pesquisado;
Teoria, quais as obras e autores que o pesquisador utilizou para estudar o objeto.
(nesta parte é importante ficar atento para conhecer quais são os principais autores que o
pesquisador utilizou como referência, e citá-los no seu texto)
Método: tendo a teoria como referência, observar como o pesquisador analisou o objeto, quais
processos e conclusões. Qual o entendimento do pesquisador sobre o objeto.
Conceitos, quais os principais conceitos e suas origens epistemológicas.
Metodologia: quais os procedimentos que o autor utilizou para estudar o objeto.
Considerações finais: (em duas partes) - primeira: reflexão do aluno sobre a obra, segunda:
observação sobre a atividade desconstrução do texto.
Bibliografia utilizada: além da obra desconstruída, citar as outras obras lidas para realizar a
atividade.
 Metodologia da Desconstrução do Texto proposta por
Bernardo Mançano Fernandes
Os cinco procedimentos fundamentais para desconstruir e compreender a obra:

1 - Objeto: a pergunta que deve ser feita é: qual o objeto que o autor estudou?De modo
genérico, o objeto pode ser: espaço(tempo), relação social, sujeito, objeto, pensamento.

2 – Teoria: Teoria é o pensamento pensado, o pensamento do outro. A pergunta é quais os
pensamentos que o autor utilizou para interpretar o objeto? Quais os autores que ele utilizou
como referencial teórico. Esses autores estão citados na obra. Qual a corrente teórica a que
pertence: positivismo, neopositivismo, materialismo histórico dialético, fenomenologia. Para
identificar as correntes teóricas é indispensável a observação dos conceitos e autores
utilizados pelo autor do trabalho. Uma possibilidade de conhecer os conteúdos das teorias ou
correntes teóricas ou paradigmas é por meio das suas características (compreendida como
propriedade ou qualidade distintiva fundamental). A identificação dessas características pode
ser feita pela leitura de um bom dicionário de filosofia, pesquisando os verbetes: teoria,
positivismo, materialismo dialético, materialismo histórico, neopositivismo, fenomenologia
entre outros. Ver especialmente o livro Geografia e Filosofia do prof. Eliseu, com atenção para
os quadros 1 e 2, p.52-5.

3 – Método: Método é o pensamento do pensador, do autor que o utiliza para relacionar a
teoria com a realidade, interpretando o objeto. Ou seja, como o autor pensa o objeto a partir
da relação com o referencial teórico. O método é o pensamento do autor, mas também é um
pensamento científico que o autor utiliza para construir o seu pensamento. Nesta atividade, o
método não é concebido como um modo pré-definido de pensar o objeto, mas sim como o
autor pensa o objeto de acordo com as principais características da corrente teórica que
utiliza.

4 – Metodologia: Metodologia são procedimentos que o pesquisador utiliza para mensurar,
levantar dados, idéias, representar, mapear etc., de modo a qualificar o processo
interpretativo. Por meio desses procedimentos, utiliza-se de técnicas e recursos para estudar o
objeto.

5 – Estrutura da obra: Este é ume elemento principal a ser identificado, sendo que engloba
diversos outros elementos e diversas perguntas a serem respondidas. A primeira coisa a
identificar é a forma como o autor organizou a obra. Ele partiu do geral para o particular ou
fez o contrário. Outro elemento é se a discussão teórica e a leitura do objeto estão interagidas
ou separadas. Qual o grau de complexidade que ele organizou a obra? É uma estrutura
simples ou complexa? Isso ajuda ou atrapalha. Ele deixa claro a metodologia? Em que parte
da obra? É possível identificar teoria, método e metodologia nas partes da estrutura? O autor
mantém uma coerência no desenvolvimento do trabalho ou ele se perde? Ele conclui o
pensamento ou não consegue?

sábado, 18 de junho de 2011

Estou triste...

Pessoal...
..falhei como homem...como ser possuidor de identidade própia...
Não concordei com o Jovino...e fiquei quieto...
...prometo que na próxima aula com o referido professor, irei pedir um espaço...algo em torno de 2 minutos..
..e na frente de todos, irei dizer, que pouco importa a Rede Globo, ou o Paulo Coelho;...
...cada um assiste e lê que gosta...
Cara...chega me dar dor, de ficar calado, diante do que discordo...fui um frouxo...

"...Caro professor...
Jovino..

Gostaria de ter 2 minutos para contestar sua opinião sobre o quê, como e quando assistir ou ler algo...

Percebi uma coerção...
Saiba que o indivíduo tem seu livre arbítrio..
Quem somos, para julgar "o certo e o errado"
Muitos, sem condição de ser assinante de TV à cabo, tem na TV aberta uma das poucas formas de instrução...
Não esqueça que a mesma TV Globo das novelas, é a mesma do Telecurso e ensino profissionalizante...
Se me permitires, quero dar o contraponto...

Sabedor de seu entendimento...

Antecipadamente agradeço...

--
Marco Lourenço.."


Este foi o e-mail que mandei para o professor...

Vamos analisar seu grau democrático...

Cansei de apanhar calado...

Ahhh...mais um comentário...

Pessoal....
...somos poucos seguidores, mas com milhares de visitas..
Estranho, né..??
O pior ( ou melhor), é que há dezenas de visitas da Europa e EUA...
O filtro utilizado, garimpa palavras...alguma agência de pseudo-inteligência monitora...
Vamos facilitar...
Fuck you...
Vete a la mierda...
Vas te faire encule...

Notícia que remete ao passado..

Lendo Notícias do Google...
“...A Presidente da Argentina considerou, na quinta-feira, o Reino Unido uma “potência colonial grosseira em decadência” por ter rejeitado discutir a soberania das ilhas Malvinas, sob controlo de Londres.
Quase 30 anos depois de um violento confronto naval de dez semanas pela posse das ilhas no Oceano Atlântico, o arquipélago mantém forte tradição e proximidade cultural com a Argentina, que reivindica a sua soberania.
“Em pleno século XXI, o Reino Unido continua a ser uma potência colonial grosseira em decadência porque o colonialismo é algo antigo, além de injusto”, disse Cristina Kirchner, que deve tentar a reeleição em Outubro.
O Reino Unido argumenta que apenas vai aceitar negociar a soberania das ilhas se os habitantes do território assim o desejarem.
“Enquanto as ilhas Malvinas quiserem ser território soberano britânico, vão permanecer território soberano britânico, ponto final”, disse, na quarta-feira, o Primeiro-Ministro britânico, David Cameron, em resposta a uma pergunta no Parlamento.
A Presidente Cristina Kirchner criticou as declarações e considerou-as “um gesto de mediocridade e de quase estupidez”. A Presidente argentina, de centro-esquerda, teve como “berço político” a Patagónia, onde o sentimento nacionalista sobre as ilhas, que estão a pouca distância, é bastante forte.
No início da semana, Cristina Kirchner entregou um documento nacional de identidade ao filho de um veterano britânico da guerra nas Malvinas, que nasceu nas ilhas, e saudou a sua decisão de pedir a nacionalidade argentina.

As tensões diplomáticas pelas Malvinas aumentaram nos últimos anos com a exploração de petróleo em alto mar.
Várias empresas de exploração de petróleo fazem perfurações em águas próximas das ilhas, mas os testes ainda não mostraram se há volume suficiente para justificar o investimento em infra-estrutura...”

Um breve comentário...

Em 1982, no auge dos meus 11 anos de idade, acompanhei junto de meu pai, pela rádio, o desembaraçar deste conflito...
Havia uma angústia...
Foi  cogitado a chamada de contingente da reserva do Exército, para proteção de fronteira...
Era um conflito bem próximo...
O Brasil disponibilizou a base aérea de Santa Maria- RS, para reabastecimento de aviões ingleses...
Não tenho um conhecimento aprofundado, mas pelo pouco que sei, o Regime Militar do Brasil foi apoiado pelos EUA, por conseguinte, era escravo do mesmo...
Nesta guerra a Inglaterra era escorada pelo poderio americano, por conseguinte, o Brasil tirou as calças e mostrou a Bunda..., para os comandados da Margaret Hilda Thatcher...
Nisso percebo, como é fácil falar em Mercosul, e nossos “hermanos” latinos...

Mas o que interessa....
...sempre que há uma "agonia econômica", surge um conflito, visando desviar o foco...
A Argentina vive a síndrome Che Guevara...e olha que o Brasil era tido como ufanista...mas a  Cristina Kirchner supera toda e qualquer comparação...

Menos botox, e mais política sócio-econômica...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Assim fica fácil......

E aquela "flor" de pessoa, segue despejando trabalhos e mais trabalhos, como se sua disciplina fosse a única do semestre...
Enquanto isso....o que ela fez, ou faz...???
Executamos a tarefa de apresentar, e aquela "flor" de pessoa, ganha seu meritório salário...
Ahhh...
Entendi..........!!!
Ela socializa o serviço e capitaliza o lucro.......
Assim fica fácil....
Certo "colegas".....putzzzzzz

sábado, 11 de junho de 2011

Marcando com "x", o meu nome

Sigo o pensamento de Stephen Kanitz...
Não ensinamos nossos jovens a pensar. Gastamos horas e horas ensinando como os outros pensam ou como os outros solucionaram os problemas de sua época, mas não ensinamos nossos filhos a resolver os próprios problemas.
Quando tinha 20 anos ( simmmm....já tive 20 anos), muitos me admiravam, pelo meu espírito livre..
Lembro-me do curso de Engenharia Civil...
Hoje....com  40, sinto-me um arremedo....ridicularizado por muitos..
Jovens de hoje...vc’s também chegarão aos 40...rsrsrs
Manter a mente arejada, intocável pelos anos, é o segredo da felicidade...
Há uma discriminação velada, aos mais velhos...e eu entendo...já fui assim...
Mas o que importa, nesta reflexão, é o fato de termos a condição de “pensar”, refletir...
O que um autor escreve, não é necessariamente uma verdade absoluta...
...avalie....
...realidade diferente, tempo diferente, situação diferente, objetivo diferente... gosto, ideologia, vontade, religião, etnia, opção.....etc...
Fui repetitivo em determinada palavra, pelo gosto da mensagem subliminar...rsrsrs
Voltando ao livre pensamento...
..então..
Não desgosto da Rosa...
..pelo contrário..
Procuro entendê-la..
Ela é um produto de seu tempo. Aulas “do tipo” expositiva. Um professor, normalmente mal pago e por isso mal-humorado, falando horas a fio, andando para lá e para cá. Parecendo mais preocupado em lembrar a ordem exata de suas idéias do que em observar se estamos entendendo o assunto ou não.
“...Num mundo em que se fala de "mudanças constantes", em que "nada será o mesmo", em que o volume de informações "dobra a cada dezoito meses", fica óbvio que ensinar fatos e teorias do passado se torna inútil e até contraproducente. No dia em que os alunos se formarem, mais de dois terços do que aprenderam estarão obsoletos. Sempre teremos problemas novos pela frente. Como iremos enfrentá-los depois de formados? Isso ninguém ensina...”( palavras do Stephen, artigo Publicado na Revista Veja, Editora Abril, edição 1763, ano 35, nº 31, 7 de agosto de 2002, página 20. ).
Minha única queixa, é o fato de não praticarmos, o que é desenvolvido em aula...
É importante promovermos visitas, ao planetário, à colônia, ao navio, ao isso, à aquilo...
Mas seria bem mais importante, promovermos o social...Aquela visita, à quem não tem “visitas”...
Geografia é a ciência da conquista.
Queria conquistar o espaço, de quem não tem.
Eu observo o potencial do Jovino. Ele poderia fazer mais...mas talvez, não faça...
O Vital...poderia fazer mais, mas talvez não faça.
E assim segue com a Giovana, com o Álvaro, com o Alcir ( é o que mais faz)...
O nosso Reitor, conquista território, mas não conquista simpatia.
Na minha opinião, deveríamos promover uma maior interação com a sociedade ( sei que é utopia).
Hei...vc que se acha seguro do sistema atual, visando agregar lucro, e ter uma vida mais tranqüila...lhes digo... não adianta capitalizar, se a insegurança lhe tomará esta tranqüilidade...
Ou todos, ou ninguém.
Enquanto existir famintos...existirá insegurança.
Coisa mais ridícula, foi a manifestação dos tais “todas as cores”, representantes de alguns ( não meu). Se fosse contra a miséria, contra a copa, contra a corrupção, contra a Olimpíada, eu mesmo seguiria. Quem de vc’s cobram os políticos, que mereceram seus votos...??

Um agradecimento...

Na aula de quinta...
Aquele teatro, visando ganhar tempo, para ajudar a colega..
O Leonardo foi um grande companheiro..
Eu diria, que ele foi meu cúmplice...rsrsrs
Vlw, grande amigo...
É bom saber, que sempre podemos contar com verdadeiros amigos....