domingo, 20 de maio de 2012

Leitura e Produção de Texto
 Revisão Geral 

Em nossa primeira atividade, aprendemos sobre conceito de leitura. Os pontos principais abordados pelos autores mencionam os conhecimentos prévios do leitor e o interesse que este terá pelo assunto abordado. Referindo-se em muito com o propósito definido. A capacidade de linguagem, o juízo, a imaginação, relações e associações, procedimentos de resolução de problemas influenciam na capacidade de leitura. Entendemos que ler pode ser entendido como a habilidade de interagir com o texto, reconstruindo a obra. Seria a ação complementar que encerra a concepção do texto em si. A cada leitura ou releitura, reconstrói-se a obra, acrescentando novos significados, extraindo conceitos da ideia inicial do autor, entendendo então, que o texto não está pronto quando escrito: o modo de ler é também um modo de produzir. Para o entendimento deste texto, é necessário que o mesmo esteja legível, ou seja, aquele que deve apresentar ideias claras e objetivas, apresentando de forma atrativa ao leitor, instigando o interesse do mesmo. É isso o que o leitor procura. Esta leitura é uma atividade complexa devido aos múltiplos processos cognitivos utilizados pelo leitor. A leitura deve ser entendida, então, como um processo ativo e dinâmico.     Dentro desta análise, devemos perceber que o conteúdo exprime o pensamento do autor, com suas ideias claras, já a expressão do texto é a forma de como essas ideias são repassadas para o devido entendimento do leitor. Como havia mencionado anteriormente, o leitor assume um papel de construtor de um segundo texto durante a leitura. É de certa forma a reconstrução da obra original. Neste contesto é que encontramos os traços do autor, seu estilo intenções. É perceptível através das informações do texto, a maneira como o autor se posiciona para expressar-se, se com humor, ironia, etc... Conforme estudamos, o texto atribui três níveis. O nível de superfície, onde leitor e autor interagem de forma superficial, dificultando o bom entendimento do texto por parte do leitor; o proposicional que constitui a coerência do texto e o elaborado, onde se percebe uma maior absorção da leitura, visto que integra o conteúdo semântico e o conhecimento extra leitura. , através do conjunto formado pelas frases que integram a superfície textual linear incluso suas propostas individuais e suas relações, chamado de macroestrutura. A macroestrutura descreve a estrutura global do texto: A macroestrutura representa o significado geral do texto. A microestrutura e a macroestrutura compõe a coerência do texto. Para que obtenhamos um nível superior de compreensão leitora em primeiro lugar o texto deve ser coerente, e por que não, atrativo. Em segundo, a relação microestrutura e macroestrutura devendo propiciar um entendimento contínuo, possibilitando que se construam inferências, possibilitando uma leitura profícua que enlace um entendimento mais profundo da mensagem do autor. Esta forma de compreensão é o que diferencia um leitor fluente de um leitor deficiente. Uma compreensão superficial em regra remete a decorar uma afirmação, porém jamais absorvê-la, tanto para sua aceitação, quanto para a devida contestação. Já em uma compreensão mais elaborada, é possível tomar posse do conhecimento repassado. O leitor deficiente apenas decodifica os sinais, já o leitor fluente além de decodificar, absorve a mensagem contida. No decorrer de nossas atividades, trabalhamos com o conceito de argumentação e falácia. Para um texto merecer o devido crédito, deve ter uma argumentação sólida, convencendo através do bom senso, reiterando uma ideia, com base sólida. A veracidade de determinada afirmação é que sustenta o argumento. Seu objetivo é expor o conceito base de determinada posição, sobre um referido conceito. O objetivo é convencer os que pensam de forma diferente, ou impor uma ideia aos que não tinham opinião formada. O conhecimento aprofundado sobre o assunto propiciando fundamentação na defesa da tese, utilizando-se por muito, dados concretos que exemplifiquem o assunto em questão. A utilização de meias-verdades é chamada de falácia, pois em muitos casos, a falácia utiliza-se de uma parte condizente com a questão levantada, porém torna-se improvável sua argumentação, por apresentar-se sem fundamentos. Em suma, até agora aprendemos como redigir, editar e principalmente compreender os textos, com ênfase na argumentação sólida, procurando extrair as principais ideias de forma a interagir com o texto.

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